Conferência com "The Home Project"
- 30 de mar. de 2019
- 2 min de leitura
Atualizado: 8 de abr. de 2019

Os dois designers fundadores do projeto (Álbio Nascimento, Kathi Stertzig) forma até à sala 4.15 e falaram sobre projetos antigos seus, e como foi o seu processo.
“The Home Project” dedica-se a projetos de design social. Trabalhou na Alemanha, Portugal, e trabalhou desde a grupos de pessoas, como refugiados ou idosos excluidos da sociedade, até a “targets” como o que os estamos a ligar agora, um certo bairro, pessoas de uma comunidade. A experiencia destes dois designers era notável, especialmente quando falaram da sua metodologia do reconhecimento do problema, mas já estou a apressar-me.
We are a design studio that focuses on finding solutions with an origin. We believe in responsible design innovation that unfolds from an exploration between people and place. It’s an integrated design practice that explores cultural research as an approach to authentic, engaged, sustainable material culture. Fueled by a curiosity and passion for technique and materials, it is also a sensitivity and value for tradition and the process of making. By employing design as a facilitator, we can work together with clients and partners to ensure a development process that builds platforms and networks to empower communication and knowledge. Our work engages in a joint and coordinated effort, one that we oversee and guide through all phases of project development and that is fruitful for projects at multiple scales.
Deram uma breve descrição dos projetos, e os problemas que depararam a concretizá-los. Design social significa que é design trabalhado para as pessoas, feito para elas, concretização da intereção entre o público alvo e o espaço, ou seja, as pessoas fazem parte do processo. Como tal, este tipo de design tem problemáticas muito caraterísticas, como a escolha e entendimento de um problema.
Referi este problema em específico, porque acho que é dos nossos maiores obstáculos neste projeto, ironicamente, Álbio disse mesmo que se não formos o obstáculo já é um grande passo. A compreeensão do problema no bairro já é por si só uma armadilha. A confrotação direta com a comunidade sobre quais são os seus problemas não vai adiantar, pois a pupolação não sabe o que o grupo é capaz de resolver, nem quais são os seus verdadeiros objetivos. A fase de inquiréto à população tem de ser algo subtil, e maioritariamente pré estudado. Só se compreende o bairro se nos interagirmos com a população, como se fossemos seus habitantes.











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